terça-feira, 27 de abril de 2010

Mônica vira global




As férias de julho vão trazer uma novidade bem legal na TV. A Turma da Mônica será exibida aos sábados, às 10h30, na Globo, dentro de uma nova programação infanto-juvenil. Vão para o ar animações tradicionais, em 3D, produções inéditas protagonizadas por Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali, além de episódios do Astronauta, da Turma do Penadinho e da Turma da Mônica Jovem.

E as novidades não param por aí. Horácio é candidato a ganhar um longa-metragem falado em inglês, todo feito em computação gráfica. Chico Bento e Franjinha também devem ter histórias próprias. Muitas das produções poderão ser assistidas com ou sem óculos especiais. Há intenção de formar parcerias para distribuição dos gibis com o acessório.

O namoro entre Rede Globo e Maurício de Sousa estava em andamento há algum tempo. “Este é o começo de um ótimo casamento”, garante o criador da Turma da Mônica. Ele completa que a parceria deve ser brindada com muitos plim-plins!

Brasileiro também fala tupi



Você sabia que catapora significa 'fogo interno'; itu é 'cachoeira, queda d’água'; peteca é o mesmo que 'bater, dar golpe'? Essas e muitas outras palavras que a gente usa no dia a dia são de origem tupi. Dá para aprender muito mais do que isso com o livro Curumim Poranga (Editora Paulinas, 32 páginas, R$ 24,50), da escritora Neli Guiguer.

Na história, Giovani, 10 anos, passa a se interessar pela língua dos índios depois de um bate-papo pela internet com o curumim Poranga (curumim significa 'garoto, menino'; também está certo dizer curumi). Durante a conversa, Giovani descobre que muitas palavras que ele usa diariamente são de origem tupi.

“Quando os portugueses chegaram ao Brasil, eles tiveram de aprender a falar tupi; não foram os índios que aprenderam o português. No livro, quero mostrar que a gente fala tupi a todo momento”, diz Neli.

A obra vem acompanhada por um DVD interativo, em que é possível conhecer muitas outras palavras e expressões, além de nomes de animais, flores, árvores e até cidades e Estados que são de origem tupi.

Confira algumas palavras indígenas e seus significados:
caatinga: mato branco
caiçara: cerca de ramos; fortificação
cururu: sapo
imirim/imirin: rio pequeno
ipanema: água ruim, imprestável; rio sem peixes
itaipu: fonte das pedras
itapemirim: laje pequena
jabaquara: refúgio; esconderijo de fujões
jaguar: onça; aquele que devora ou dilacera
jaguari: rio das onças
mogi: rio das cobras
paquetá: muitas pacas
pereba (e não bereba, como muitos dizem erradamente): ferida com casca
pipoca: pele estalada

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Recicle duas latinhas no Dia da Terra

No Dia da Terra, comemorado hoje (22 de abril), você pode fazer um brinquedo bem legal para conscientizar todo mundo sobre a importância de reciclar e reutilizar alguns materiais, como plástico, papel, alumínio e vidro.
O Dia da Terra foi criado em 1970, nos Estados Unidos. Naquela data, o senador norte-americano Gaylord Nelson convocou um protesto nacional contra a poluição. Desde 1990, outros países também passaram a celebrar a data.

Para ajudar a cuidar da natureza e evitar que alguns materiais sejam jogados no lixo e passem anos nos aterros sanitários, é preciso separar os resíduos em casa e na escola. Atitudes como essa são apenas uma pequena contribuição para salvar a Terra.
Que tal começar agora mesmo a chamar todo mundo para ajudar nessa campanha? Antes disso, uma pausa para brincar e reciclar latinhas, criando o pé-de-lata (que parece perna-de-pau). A sugestão é da cola Pritt.

Separe os seguintes materiais: duas latas vazias com tampas de achocolatado ou leite em pó, barabante bem grosso, tesoura, prego e martelo, cola, papel para decorar (pode ser revista, jornal ou papel de presente), pedaços de EVA ou feltro, régua, lápis.

Agora, mãos à obra. Não esqueça de pedir para um adulto ajudá-lo.


1. Retire o rótulo das embalagens, e meça a altura da lata.


2. Recorte o papel na mesma medida para contornar a lateral da lata. Cole o papel bem rente, como se fosse um rótulo.



3. Peça para um adulto furar as laterais da lata com o prego e o martelo (não faça isso sozinho, pois você pode se machucar). O furo tem de ficar cerca de 2 centímetros abaixo da tampa.


4. Passe o barbante e faça um nó para prendê-lo bem firme dentro da lata. Deixe-o com comprimento suficiente para que cada ponta ultrapasse um pouquinho a altura das mãos.


5. Tampe a lata. Se tiver um pedaço de EVA ou feltro, coloque-o sobre a tampa, recortando em volta.


6. Seu pé-de-lata está pronto! Basta colocar os pés sobre ela e segurar nas cordinhas para começar a andar. Só tome cuidado para não cair.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Diferentes traços para a mesma história

Cada um tem um jeito de entender algo e gosta mais de uma coisa do que de outra, e é isso que nos faz diferente um do outro. Para mostrar como isso é legal, a professora Andrea Espigares Sanches, da escola Prof. Nicolau Moraes Barros, de Santo André, leu para sua turma de 3º ano o livro O Menino que Abraçava Árvore, de Sérgio Ribeiro Lemos, o Seri que trabalha no Diário como ilustrador, pai do menino Eduardo, de 5 anos, e dos personagens Edu, do D+, e Bigail, do caderno Cultura.


Como sua turma prestou muita atenção na história de Oto, que se sentia triste por não ter amigos e acaba fazendo da árvore sua grande companhia, a professora resolveu pedir que cada um desenhasse a parte da história de que mais gostou. Não era preciso fazer desenho bonito. Até quem não sabe desenhar ficou à vontade para representar seu sentimento. E não é que o resultado ficou muito legal, tão legal que o próprio autor comenta cada um deles. Confira a seguir:


Luiza Mendes
A Luiza fez uma árvore bem bonita, afinal ela é a personagem que muda a vida de todo mundo na história, né?




Não chamem o autor desconhecido deste desenho de preguiçoso... Ele conseguiu fazer uma árvore com apenas três traços!!!




Emily
A Emily fez uma árvore grande e solitária, como ela aparece na história.




Debora Souza
A Débora gostou da parte em que os garotos da rua se juntam para salvar a árvore. É isso aí, gente: solidariedade!




Yago Ricci
Aposto que aquele circulozinho no meio da árvore é o Oto, não é, Yago?




Alex
Uma lula, Alex? Muito bonita, mas ela não aparece no livro da árvore, não! Mas vale tudo.




Vitoria Ellen
É Vitória, Oto e a árvore passaram bons tempos juntinhos, né?




Guilherme Morais
Uma das ilustrações mais bonitas dessa classe. Parabéns.




Adrielli
O desenho da Adrielle mostra o desespero da molecada para resolver o problema da nossa amiga verde.



Vitoria
Desenho lindo Vitória. Não é porque a história tem algumas passagens tristinhas que o desenho não pode ser colorido, né?



Gabriela Cerdan
A Gabriela mostra que a árvore também queria abraçar o menino. Olhem o bracinho (galho à direita) dela.



Daniel
Aí Daniel, um Oto bem feliz!!! E por que não?


Gabriel
Olha só, o Gabriel mostrou a hora em que o Oto fica longe de sua amiga sem precisar mostrar o garoto. Bem sacado!!



Gustra
Que desenho legal!!! Cheio de cor, sem medo e com muita personalidade!!!



Guilherme
É o que eu sempre digo, não precisa ser um desenhista profissional para mostrar alguma coisa, pra se comunicar. O Guilherme fez isto com simplicidade e pureza.



Yasmin
Boa idéia a da Yasamin. Mostrou dois momentos da história em um desenho só!!!



Paulo
Lindo desenho.Mostrou a chuva forte e a árvore tentando resistir.


Luiz
Um desenho muito bom, cheio de emoção e dramaticidade. É isso aí. Grande interpretação.

Diferentes traços para a mesma história,etata age

terça-feira, 20 de abril de 2010

Por que amanhã é feriado?

Muita gente está feliz porque amanhã não tem de ir à escola, mas não sabe o motivo do feriado. Vinte e um de abril serve para lembrar a morte de Tiradentes, por seu envolvimento com a Inconfidência Mineira. Joaquim José da Silva Xavier, seu nome verdadeiro, foi enforcado em 1792, no Rio de Janeiro, e seu corpo ficou exposto para amedrontar a população.

Inconfidência foi um dos primeiros movimentos para a independência do Brasil de Portugal e um dos mais importantes da nossa história. No século 18, Minas Gerais era uma região com muito ouro e pedras preciosas. Vila Rica (atual Ouro Preto), São João Del Rei e Sabará geravam muitos lucros para Portugal, que cobrava cada vez mais taxas e impostos. Quem não pagava era punido.

Tudo isso foi gerando insatisfação. Foi aí que Tiradentes, que vivia em Vila Rica, passou a liderar um grupo, os inconfidentes. Eles queriam que a riqueza do ouro ficasse no Brasil e começaram a se rebelar. Na época, dezenas de pessoas foram presas, mas ele assumiu sozinho a liderança, por isso foi condenado à morte.

A data de sua morte virou feriado porque Tiradentes é considerado símbolo dos ideais de liberdade. Ele tem esse nome porque também era dentista, além de soldado, comerciante e minerador.