sexta-feira, 4 de junho de 2010

Sabina tem arte no Dia do Meio Ambiente

Todo mundo vive falando que tem de preservar o meio ambiente, que é importante não desperdiçar água e não jogar lixo na rua, mas poucos tomam alguma atitude para salvar o planeta. E olha que essa discussão é bem antiga, do tempo em que seu pai ainda era criança. Desde 1972, comemora-se o Dia do Mundial do Meio Ambiente sempre em 5 de junho. A data foi criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) depois de uma conferência que reuniu vários países para discutir o assunto.

Para lembrar disso, a Sabina Escola Parque do Conhecimento (Rua Juquiá, tel.: 4422-2001), em Santo André, tem uma exposição com objetos que iriam parar no lixo, mas viraram arte. No Projeto Laboratório Lúdico, todo tipo de reciclável, como garrafas pet, tampinhas, rolos de papelão, revistas, entre outros materiais, são reaproveitados e se transformam em objetos de arte.
Ficam tão bonitos que é difícil reconhecê-los (as duas fotos publicadas são de trabalhos expostos). A ideia é preservar e deixar a cidade mais bonita. A Sabina abre para visitantes aos sábados e domingos, das 9h às 17h30 (a bilheteria fecha às 16h). Os ingressos custam R$ 5 e R$ 10. A exposição vai até 4 de julho.



Aproveite este fim de semana para pensar no que você pode fazer para não desperdiçar recursos naturais e aproveitar o que iria para o lixo. Ainda vale aquelas tão conhecidas atitudes como diminuir o tempo no banho, escovar os dentes com a torneira fechada, não jogar lixo no chão, separar os materiais recicláveis do lixo comum, levar sacola ao mercado para não precisar das sacolinhas de plástico, comprar menos coisas, não desperdiçar comida e por aí vai...
Depois reúna seus amigos na escola e encontre uma forma de preservar o ambiente que está ao redor de vocês. Se cada um cuidar do pedacinho que está mais perto dele, como se fosse o quintal de casa, todo o planeta será bem cuidado. Não fica mais fácil?

terça-feira, 1 de junho de 2010

Chiadeira em torno da bola

Foto: AFP/ Peter Steffen


Até os chimpanzés que vivem no Zoológico de Hodenhagem, na Alemanha, parecem preocupados com a qualidade da bola da Copa do Mundo, na África do Sul. Diferentemente da redonda que está causando tanta polêmica, a dos macacos tem as cores da seleção alemã de futebol, preto, amarelo e vermelho.

Batizada como Jabulani, a bola do Mundial não agradou o time brasileiro, que a considera muito leve. O primeiro a reclamar foi o goleiro Júlio César, depois vieram outros jogadores. Coitada dessa gorduchinha que foi produzida pela Adidas com 11 cores diferentes, com predominância do branco, cada uma representando os 11 idiomas falados na África do Sul. O número 11 também faz referência aos 11 jogadores de cada seleção. Tudo bem estudado e calculado, menos a chiadeira que ela tem provocado.

Não há registros de outra polêmica semelhante a esta. Já é tradição produzir uma nova bola a cada Mundial. O objetivo é que ela seja cada vez mais rápida, para garantir mais gols em campo. Mas quem mais sofre com isso é mesmo o goleiro, que tem de, literalmente, agarrá-la com as mãos. Resta esperar para ver o que ainda vai rolar em torno dela.


segunda-feira, 31 de maio de 2010

Lugar de xixi é no banheiro!

Fotos: Reprodução/madebysam.nl



Cada dia aparecem mais invenções esquisitas por aí. Agora o designer holandês Sam van Veluw criou um banheiro portátil para ficar preso ao tronco de árvores durante shows e eventos realizados a céu aberto. Batizado de P-Tree, ele teve essa ideia numa noite em que estava num show, apertado para ir ao banheiro. Como não tinha nada disponível por perto, fez xixi na árvore.

O que Sam fez é repetido todos os dias por muita gente; a maioria do sexo masculino. Quantas vezes você já não viu isso na estrada? Muitos até fizeram o mesmo, não? Xixi não deve ser feito fora do banheiro, como em postes (quem faz isso é cachorro!), viadutos e no matinho. Além de deixar o lugar sujo e com mau cheiro, a urina pode trazer vírus e bactérias que provocam muita doenças.

Até o século 19, banheiro era luxo. As principais cidades da Europa não tinham privada e esgoto dentro das casas. Com isso, as pessoas faziam xixi e cocô no penico e depois jogavam na rua. Para diminuir a sujeira, soltavam porcos para comer tudo. Imagine só que depois comiam os porcos. Eca!!!!



Mas voltando ao invento holandês, o P-Tree sugere ser opção ao banheiro químico, aquela cabine instalada em lugar público para armazenar xixi e cocô de multidões, onde não há instalação sanitária fixa nem rede de água e esgoto. A sujeira fica depositado em uma caixa fechada com capacidade para 220 litros. Para evitar mau cheiro (nem sempre eliminado), a caca recebe substâncias químicas. A limpeza só ocorre no final do evento.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Fósseis pré-históricos


Os paleontólogos estão sempre procurando pistas para saber como era a vida dos seres que habitavam a Terra antes de o homem aparecer. Muitas vezes, pelos fósseis (restos de animais e vegetais incrustados em rochas) que encontram, eles não conseguem desvendar como era a vida dos bichos porque as partes não são suficientes para montar uma réplica (cópia) deles.
Entretanto, algumas vezes eles têm sorte, como os dois pesquisadores do Rio Grande do Sul que encontraram fósseis (foto acima) de um predador pré-histórico que viveu no Brasil há mais de 238 milhões de anos. O réptil, chamado de Prestosuchus chiniquensi, é tão antigo que viveu por aqui antes do aparecimento dos dinos.

A espécie estava muito bem conservada. Seu esqueleto manteve-se praticamente intacto. Depois de estudó-lo, os paleontólogos concluíram que o animal era parecido com o jacaré, caminhava sobre quatro patas, possuía cauda longa e focinho alongado, pesava cerca de 1.000 quilos e media 7 metros. O Prestosuchus pertencia ao grupo dos arcossauros basais (nome dos predadores que antecederam os dinos). Agora, eles pretendem montar uma réplica do animal, já que até hoje nenhum fóssil de Prestosuchus estava tão completo quanto esse.

TEM MAIS
Já foram encontrados fósseis de 17 espécies de dinossauros no Brasil. A maioria dos achados era formada por pedaços de ossos, dentes, ovos e pegadas. As principais descobertas foram feitas na Bacia do Araripe, região que fica na divisa entre os Estados de Piauí, Pernambuco e Ceará.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

As 10 descobertas mais bacanas de 2009

Quem imagina que não resta mais nada para o homem descobrir está muito enganado. Milhares de espécies de plantas e de animais ainda não são conhecidas. Para provar, o Instituto Internacional para Exploração de Espécies da Universidade do Arizona, Estados Unidos, fez uma lista com as 10 descobertas mais importantes em 2009 na área da Biologia. Confira:


1. O peixe-drácula (Danionella Dracula) macho tem dois dentes afiados parecidos com os de um vampiro. São usados para brigar com outros da mesma espécie. É a primeira vez que cientistas encontram essa característica na família a qual ele pertence. O bicho foi achado em Mianmar (Ásia).

2. A Nepenthes attenboroughii é uma das maiores plantas carnívoras conhecidas. A cavidade em que os insetos caem mede 30 cm por 16 cm (é quase o tamanho de um caderno universitário!). Achada nas Filipinas, acredita-se que ela esteja correndo perigo de extinção.



3. O peixe-sapo (Histiophryne psychedelica) tem o corpo com cores bem malucas, chamadas de psicodélicas. É também o único da família com a face plana. Vive na Indonésia.

4. O verme bombardeiro’ (Swima bombiviridis) tem a capacidade de lançar pequenas partes do corpo, chamadas de ‘bombas, que se iluminam por alguns segundos. Imagina-se que isso esteja relacionado à própria defesa. É visto na Califórnia, Estados Unidos.


5. A lesma Aiteng ater integra uma nova família, que acabou de ser descoberta. Alimenta-se de insetos e é achada na Tailândia.

6. O inhame ‘bizarro’ (Dioscorea orangeana) é uma nova espécie comestível. Encontrado em Madagascar, acredita-se que já esteja em perigo de extinção porque é muito consumido e não está protegido.



7. A Nephila komaci é uma aranha bem interessante. A fêmea é quatro vezes maior do que o macho. Vive em Madagascar e foi a primeira da espécie vista desde 1879.



8. O cogumelo Phallus drewesii foi batizado com esse nome científico em homenagem ao pesquisador Robert Drewes, da Academia de Ciências da Califórnia. Ele passou mais de 30 anos na África estudando essa e outras espécies.

9. O peixe elétrico Gymnotus omarorum já era conhecido, mas havia recebido nome científico errado. Para os cientistas, esse é um exemplo de como ainda temos pouco conhecimento sobre a biodiversidade.


10. Os cientistas já sabiam que existiam esponjas carnívoras, mas recentemente descobriram que uma parte do corpo da Meliiderma turbiformis é semelhante à encontrada em fósseis de esponjas que viveram na época dos dinossauros. Isso mostra que as carnívoras existiam naquela época.







terça-feira, 25 de maio de 2010

Cocoricó solta o gogó na cidade


Quando Júlio e a turma do paiol aceitaram o convite do primo João para passar férias na cidade grande, nem imaginavam o monte de aventuras que viveriam. E mais, nunca pensaram que gravariam CD em um estúdio chique da capital. Quem ficou curioso para escutar o resultado pode conferir o CD Cocoricó na Cidade, que está sendo lançado nesta semana.

O álbum tem 13 faixas que fizeram sucesso na temporada. Os ritmos são bastante variados. Cadê a Mala do Júlio? é um sambinha bem gostoso. To Dentro e Toda Coisa Tem um Nome são as mais modernas, com direito a guitarra e sons eletrônicos. Em Pôr do Sol, Júlio mostra todo seu romantismo ao lado da menina Vitória.

O Medo é Nosso Amigão, Homem Sapo e Parcão também merecem destaque. Mas a música mais legal é Goiabinha da Vovó - é lógico que essa é a opinião do Diarinho e você pode não concordar. “A gente se divertiu muito fazendo esse CD e esperamos que todo mundo goste”, diz Júlio.

No sábado, dia 29, a partir das 14h, haverá lançamento do Cocoricó na Cidade na Livraria Cultura do Shopping Bourbon Pompéia, em São Paulo. A turma do paiol e o compositor Fernando Salem estarão lá.