Mas os alemães ainda lembram da luta que tiveram de travar no início de 2007 para manter Knut no Zoo de Berlin. O filhote foi abandonado pela mãe com 3 meses e passou a ser cuidado por seu tratador.
Knut com 3 meses, quando virou atração no mundo todo
Na época, virou sensação no mundo todo e alvo de protetos de especialistas que diziam que o animal deveria ser sacrificado porque não conseguiria crescer sem a mãe. Os estudiosos acreditavam que ele iria a apresentar comportamento anormal. De fato, quando tornou-se adulto, ficou triste e passou a ser rejeitado por outros ursos.
Adulto, Knut mostrava-se sempre tristeO estresse acumulado durante os quatro anos de vida parece ter sido o causador da morte súbita de Knut, no dia 19. A causa ainda não é conhecida. A pata do animal começou a tremer, ele passou a andar em círculos até que caiu na água e morreu.
Wolfgang Apel, da Associação dos Direitos dos Animais da Alemanha, deve ter razão ao afirmar que a curta vida de Knut mostra que os ursos-polares não podem viver em zoológicos.
Já foi provado que o fato de terem abrigo e encontrarem alimento sempre à disposição não são garantia de longevidade. Cientistas que estudaram a expectativa de vida de elefantes chegaram à conclusão que em cativeiro eles vivem bem menos e com menor qualidade de vida. O que você acha disso?


A Menina que Acordava as Palavras (Melhoramentos, 47 págs., R$ 29), do escritor e cartunista Nani, também traz uma garota com montão de dúvidas sobre palavras que nunca havia escutado. Na realidade, ela descobriu que muitas delas ficam a maior parte do tempo dormindo dentro do dicionário, sem que ninguém as use. Então, o jeito para descobrir o que significam é colocar o despertador para funcionar e acordá-las. Foi justamente o que a protagonista fez. Dessa forma, aprendeu o que muitas palavras diziam. Umas eram bem estranhas, outras, bonitas. Não importa. Todas gostavam de passear pelas frases da menina.






