
Marcela Munhoz, repórter

Algumas reportagens me marcaram bastante. Falar sobre câncer e pedofilia para criança não é brincadeira. As palavras precisam ser cuidadosamente escolhidas. São assuntos sérios, mas que não podem deixar de ser abordados porque muitas vivem isso. É por essas e outras que o Diarinho continua fazendo história.
Ele evoluiu tanto durante as duas mil edições que ganhou um companheiro adolescente. O D+ surgiu da necessidade de atender melhor o leitor. Agora os dois andam juntos, fazendo parte do crescimento da galera. A responsabilidade é enorme, mas é uma delícia!
Luiz Carlos Fernandes, ilustrador

Faz 25 anos que brinco de desenhar as páginas do Diarinho, uma agradável brincadeira com lápis de cor, tinta guache, nanquim, massinhas, recortes, materiais que raramente uso hoje em dia. Agora meu brinquedo predileto é o computador, amanhã não sei.
Denis De Marchi, ilustrador

Quando ouvi que ia fazer o Diarinho, tremi na base. Era muita responsabilidade. Assumi com carinho a oportunidade de trabalhar com profissionais que formaram parte da minha infância, que me ensinaram muito (e ainda ensinam), e fazer o melhor que puder.
Esse é o espírito. Hoje quando ilustro, penso o que querem essas novas crianças e como posso fazer isso com o mesmo cuidado que um dia tiveram comigo. Criança ou adulto, espero que todos também possam aprender, sorrir e inspirar-se com nosso caderno, assim como foi comigo.
Topa seguir com a gente por mais 2.000 edições?
Gilmar, ilustrador

Nayara Fernandes, estagiária
Quando tinha 7 ou 8 anos, lia o Diarinho todos os domingos. Meu pai era assinante do Diário do Grande ABC e eu e minha irmã devorávamos as páginas da publicação. Minha irmã adorava fazer os divertimentos. Eu, curiosa que sou, não deixava de ler tanto o Diarinho quanto o jornal dos adultos, o Diarião. Acho que por isso já tomava gosto pela leitura e, mais tarde, pelo jornalismo. Não me lembro de reportagens ou formatos, sei apenas que não deixava ninguém pegar a minha coleção que, atualmente, já está amarelada. Cresci e não imaginava que, de repente, como obra do destino, estaria aqui, ajudando essa equipe que eu admirava na infância. Hoje, com 21 anos, posso dizer que sou mais fã do que era quando criança.
Teresa Monteiro, editoraSou apaixonada pela vida, pelas pessoas e pelo que faço. Muito dessa paixão devo ao meu aprendizado de 18 anos no Diarinho. A cada dia, aprendo algo novo e descubro uma nova maneira de enxergar o já conhecido, fazendo com que eu encontre uma cara nova para tudo. Aprendo isso com os leitores, porque só criança tem essa capacidade.
O legal agora é que há pouco mais de um ano o Diarinho ganhou um irmão, o D+. E é com os adolescentes que aprendo uma outra lição, desta vez desconfiar de tudo, mas depois se entregar a cada nova paixão. Vivendo assim não dá para ficar velha nunca, apesar dos meus bem vividos 55 anos. Tudo isso é só para repetir que amo fazer o que faço.