
Antes de comemorar o aniversário, no entanto, Rachel se feriu gravemente em um acidente de carro e morreu. Mas isso não impediu que sua generosidade continuasse viva entre as pessoas que conheceram a campanha. Poucos dias após sua morte, as contribuições foram 500 vezes maiores do que o esperado, arrecadando US$ 165 mil para salvar famílias africanas. O mais legal é que a ajuda já chegou lá. Até terça-feira (26) cerca de 8.290 pessoas tinha recebido acesso à fonte de água potável.

Ela quis ajudar a ONG de preservação ambiental Audubon Society após o vazamento de petróleo na região do Golfo, em 2010. O desastre ambiental foi considerado o pior da história do país.
A menina sabia que as aves sofreriam muito com a tragédia. Então, escreveu à ONG dizendo que poderia vender suas pinturas para aumentar o lucro da instituição. Na carta desenhou um cardeal vermelho. A instituição aceitou a ajuda.

RANKING DE GENEROSIDADE
A generosidade de Rachel e Olivia ajudou muita gente. Mas ainda há muito a ser feito, o problema é que faltam voluntários.
Com a ajuda da ONG internacional Charities Aid Foundation, o instituto de pesquisa Gallup criou o índice World Giving Index (Índice da Generosidade Mundial). Foram realizadas entrevistas em 153 países com perguntas sobre doações para entidades beneficentes, tempo gasto em trabalho voluntário e ajuda a estranhos.
O Brasil ficou em 76º lugar. Isso significa que ainda há muito para melhorar. Somente metade dos brasileiros ajudam pessoas que não conhecem e apenas 15% costuma fazer ações voluntárias. Os três primeiros colocados foram Austrália, Nova Zelândia e Canadá. Os Estados Unidos, país de Raquel e Olivia, ficou em 5º lugar.
Que tal ajudar o Brasil a subir nesse ranking? Cada um pode fazer a diferença com gestos simples. Deixe um comentário sobre como você pode ajudar alguém.
Com a ajuda da ONG internacional Charities Aid Foundation, o instituto de pesquisa Gallup criou o índice World Giving Index (Índice da Generosidade Mundial). Foram realizadas entrevistas em 153 países com perguntas sobre doações para entidades beneficentes, tempo gasto em trabalho voluntário e ajuda a estranhos.
O Brasil ficou em 76º lugar. Isso significa que ainda há muito para melhorar. Somente metade dos brasileiros ajudam pessoas que não conhecem e apenas 15% costuma fazer ações voluntárias. Os três primeiros colocados foram Austrália, Nova Zelândia e Canadá. Os Estados Unidos, país de Raquel e Olivia, ficou em 5º lugar.
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